@PHDTHESIS{ 2016:1165907043, title = {Acomodação familiar: um estudo sobre características de pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo e seus familiares em uma amostra clínica}, year = {2016}, url = "http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/618", abstract = "O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é considerado um transtorno heterogêneo no que diz respeito aos sintomas e pode ser dividido em diferentes dimensões. Estes sintomas podem causar impacto significativo sobre a dinâmica familiar. Os membros da família tendem a modificar sua rotina, auxiliando ou participando de rituais do paciente e estes comportamentos são identificados como Acomodação Familiar. No entanto, pouco se sabe sobre a diferença do comportamento de acomodação familiar entre as dimensões do TOC. Portanto, os objetivos deste trabalho foram: descrever a relação entre a acomodação familiar em parentes de pacientes com TOC e suas percepções sobre as obsessões e compulsões do paciente; e avaliar a associação entre a acomodação familiar e as diferentes dimensões dos sintomas do TOC destes pacientes. Trata-se de estudo transversal com pacientes com diagnóstico de TOC e seus familiares em uma amostra clínica. Os instrumentos utilizados neste estudo foram: Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI PLUS), Yale-Brown Obsessive Compulsive Scale (YBOCS), Dimensional Yale-Brown Obsessive-Compulsive Scale (DY-BOCS) e Family Accommodation Scale for Obsessive-Compulsive Disorder - Interviewer-Rated (FASIR). O primeiro artigo mostrou que as obsessões percebidas pelos familiares que estiveram associadas aos maiores níveis de acomodação familiar foram: contaminação (p<0,001), perder/guardar e simetria e ordem (p=0,001), religiosa (p=0,019) e diversas (p=0,003). Para as compulsões, todos os sintomas foram associados com maiores níveis de acomodação familiar (p<0,05). Já no segundo artigo os fatores associados à acomodação familiar foram: idade do paciente (β=-0,145) (IC 95%: -0,27;-0,02), membro da família que vive com o paciente (β=3,185) (IC 95%: 0,13; 6,24), o membro da família que era parceiro(a)/namorado(a) do paciente (β=5,750) (IC 95%: 2,40; 9,10) e pacientes com dimensão sexual/religiosa do sintomas do OC (β=0,483) (95% IC: 0,14; 0,83). Conclui-se que a acomodação familiar está presente em familiares de pacientes com TOC, independentemente do tipo de sintoma percebido. Porém, os familiares de paciente qu relatam ter a dimensão religiosa/sexual do sintoma do TOC apresentam maior acomodação familiar, especialmente quando são parceiros(as).", publisher = {Universidade Catolica de Pelotas}, scholl = {#600}, note = {#600} }