@MASTERSTHESIS{ 2012:1631471043, title = {POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM PELOTAS: Percepções e interpretações dos responsáveis pelos alunos com deficiência incluídos nas escolas regulares municipais}, year = {2012}, url = "http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/203", abstract = "Nos últimos anos, as políticas sociais brasileiras ampliaram suas discussões acerca da inclusão social. No campo da política educacional, a inclusão escolar vem sendo fomentada principalmente através da perspectiva da educação inclusiva, dessa forma, ela procura trazer para o ambiente escolar todas aquelas pessoas que tiveram a marca da exclusão social, como é o caso da pessoa com deficiência. No ano de 2007 é formulada a política de educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a partir deste momento todos os municípios passam a ser convidados a organizar seus sistemas educacionais através desta perspectiva. Assim, o município de Pelotas implanta esta política, organizando e capacitando as escolas para que possam lidar com este novo modo de entender a educação. Tendo em vista, a importância e o desafio de concretizar essa política social, este trabalho teve o objetivo de verificar como a implementação da política de educação especial na perspectiva da educação inclusiva vem sendo percebida pelos pais/responsáveis dos alunos com deficiência matriculados na rede regular municipal de ensino fundamental de Pelotas, a fim de contribuir para o aprimoramento e discussão das políticas educacionais inclusivas destinadas a este grupo. Para alcançar este objetivo realizou-se uma pesquisa de abordagem qualitativa que usou o método matemático para cálculo da amostra, norteada pelo método crítico-dialético. Para coleta dos dados foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com os pais/responsáveis pelos alunos com deficiência matriculados no ensino regular municipal urbano da cidade de Pelotas. A pesquisa permitiu perceber que à implementação da política de educação inclusiva no município de Pelotas sofre entraves, principalmente, devido à escassez de recursos materiais e humanos disponibilizados em escolas regulares, o que obstrui a permanência e participação de crianças/adolescentes com deficiência nessas escolas. Verificou-se que, de modo geral, os responsáveis acreditam que as escolas onde seus filhos estão matriculados são acessíveis para alunos com deficiência. Embora a maioria dos entrevistados considere adequada a acessibilidade física nas escolas (62,5%), um percentual significativo destacou dificuldades nesse aspecto. As áreas onde referem haver maior acessibilidade são respectivamente salas de aula, biblioteca e vias de entrada da escola (82,5%, 75% e 70%). A maioria dos entrevistados considera adequada a acessibilidade física nas escolas (62,5%). As maiores dificuldades foram atribuídas à falta de acessibilidade no transporte (77,5%) e ao aspecto linguistico (62,5%). Além disso, foi possível perceber o engajamento existente entre os responsáveis e os profissionais vinculados à educação, nesse sentido observa-se um movimento expressivo de luta para que os objetivos da política sejam materializados. Por fim, constatou-se que apesar de todas as dificuldades enfrentadas, a maioria dos responsáveis aponta esta política como uma conquista importante, assim, embora esteja sendo desenvolvida há pouco tempo, ela representa um avanço na garantia do direito à educação desses sujeitos", publisher = {Universidade Catolica de Pelotas}, scholl = {Mestrado em Política Social}, note = {Social} }