@MASTERSTHESIS{ 2011:517902597, title = {Perfil das oficinas de geração de trabalho e renda no âmbito da atenção psicossocial no Brasil}, year = {2011}, url = "http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/155", abstract = "O objetivo do estudo foi caracterizar as iniciativas de geração de trabalho e renda de portadores de sofrimento psíquico registradas no Ministério da Saúde. A coleta dos dados foi através de correio eletrônico e telefone. Ao receber os questionários preenchidos, procedeu-se inicialmente à impressão. Para o conjunto dos instrumentos, foram seguidas as seguintes etapas: numeração, codificação das questões abertas, tabulação das questões fechadas e revisão geral. Em seguida, criou-se um banco de dados através do Programa EPI-INFO 6.04d para digitação, após o qual, os dados foram convertidos em um pacote estatístico para edição das variáveis e análise. Foram obtidas frequências simples das variáveis de interesse para a confecção dos gráficos e tabelas sintéticas. A maioria dos entrevistados eram técnicos, com horas cedidas ao empreendimento (47%), cerca de um terço eram técnicos com dedicação exclusiva. Todos os entrevistados tinham curso superior completo e estavam assim distribuídos: 29% Terapeutas Ocupacionais, 26% Psicólogos, 16% Enfermeiros, 13% Assistentes sociais, 4% Artistas Plásticos, 10% com outros cursos superiores. A maioria dos empreendimentos que responderam situava-se no Rio de Janeiro (24%) seguidos do Rio Grande do Sul (18%) e de São Paulo (13%). Uma das principais conquistas dos empreendimentos era manter a união do grupo/coletivo (89%) seguido por articulação com outros empreendimentos e com o movimento da Economia Solidária (ECOSOL) e efetivar participação e auto-gestão (61%). Para 80% dos grupos, o principal desafio é o de gerar renda e maiores ganhos, seguido de autogestão e o exercício da democracia (59%). As principais dificuldades relatadas pelos entrevistados disseram respeito a pouco apoio institucional e escassez de infra-estrutura e insumos. Além disso, questões referentes à comercialização e estratégias de desenvolvimento, como por exemplo, financiamento e formalização. Sobre os aspectos positivos, a maioria das manifestações foram relativas à inclusão social, a geração de renda, a valorização do trabalho, o resgate da autonomia e da auto-estima dos usuários envolvidos, levando a uma melhor qualidade de vida. Também houve relatos de redução da dependência química e das internações, bem como melhoria nos relacionamentos sociais. As principais sugestões foram no sentido de fortalecer vínculos com o Estado, de forma a garantir mais apoio e visibilidade às iniciativas. Outra sugestão recorrente foi em favor da realização de encontros e fóruns para troca de experiências e formação permanente", publisher = {Universidade Catolica de Pelotas}, scholl = {Mestrado em Política Social}, note = {Social} }